terça-feira, 20 de setembro de 2011

Nova espécie de macaco é achada no Brasil


Nova espécie de macaco é encontrada no Brasil

Você já ouvi falar nos macacos do gênero zogue-zogue (Callicebus)? Muito comuns no Amapá, eles vivem cerca de 13 anos e têm um cardápio para lá de variado: frutas, folhas, sementes e insetos são muito benvindos. 

No final de 2010, durante expedição à Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no Mato Grosso, na Amazônia, os pesquisadores do WWF-Brasilencontraram uma nova espécie de macaco zogue-zogue. O primata tem os mesmos hábitos de qualquer outro Callicebus, mas possui características físicas diferentes - entre elas, detalhes de coloração na cauda e na cabeça, nunca vistos antes em nenhuma outra espécie conhecida de macaco. 

Para registrar a descoberta, os pesquisadores do WWF levaram um exemplar morto do novo animal - que foi encontrado no local - para o Museu Emílio Goeldi, em Belém, no Pará. Lá, a espécie poderá ser estudada e classificada por especialistas, de acordo com as normas internacionais de taxonomia, que levam em conta aspectos como peso, comprimento da cauda e cor e tipo de pelagem do animal. 

O novo primata foi encontrado pelo biólogo Júlio Dalponte, entre os rios Guariba e Roosevelt, que são dois dos mais importantes cursos d’água do noroeste mato-grossense. Mas a expedição Guariba-Roosevelt teve várias outras descobertas bacanas. Os pesquisadores acharam cinco espécies de animais - entre entre aves, peixes e mamíferos - em extinção e outras 16 que, possivelmente, nunca haviam sido vistas antes pelo homem. Legal, né? Uma prova de que nós, seres humanos, ainda temos muito o que descobrir sobre a biodiversidade do planeta! Mais um motivo para preservá-la...  

Que tal uma secadora que funciona com energia solar?


A arte de secar roupas não envolve tanto mistério, basta pendurar no varal e deixar que o sol faz o resto. Certo? Ok, tem gente que não tem como instalar um varal em casa (principalmente apartamentos) e sempre existem dias em que o sol não vem com a força necessária.
Por isso criaram as secadoras, só que elas gastam muita energia. Como melhorar isso? Oras, com uma que funcione com energia solar!
Essa foi a brilhante ideia da fabricante Miele: Uma secadora feita em parceria com a Solvis, uma empresa especializada em tecnologia solar, que tem um tanque conectado à secadora por 4 anos, cada um com uma função. Um leva água quente para aquecer o ar dentro da secadora, a água fria volta para o tanque num segundo cano, o terceiro leva água fria para uma superfície metálica para acumular a água da roupa, por condensação e, por último, essa água vai para o quarto cano para que comece tudo de novo.
Conforme o fabricante diz, isso funciona sem nenhuma perda. O grande problema é que, assim como os varais, ela precisa de sol. Em dias que ele não aparece a fabricante diz que a secadora utiliza gás ou eletricidade para funcionar. Acabo de ficar cético quanto a vantagem de tudo isso frente ao simples varal…
Espero que esse modelo possa evoluir para algum com bateria recarregada por raios solares.

Obra de da Vinci chama a atenção para o degelo ártico


O volume de gelo na Região Ártica é o menor desde que começou a ser registrado. Para chamar a atenção pública para esse dado alarmante, o Greenpeace, em parceria com o artista Johan Quigley, montou um “Homem Vitruviano” no gelo.
O famoso estudo de Marcus Vitruvius Polliodo sobre as proporções do corpo humano e sua relação com a razão áurea, representado artisticamente por Leonardo da Vinci, foi montado a pedido da ONG. Com isso eles querem que o mundo pare para pensar nas ações do homem agindo no ambiente e como isso afeta a todos nós.
Segundo a Universidade de Washington (EUA), em julho de 2011 o volume de gelo ficou 51% menor do que a média e 62% menor que a medida máxima, estimada para 1979.
O Rio+20 vem aí e nós esperamos que decisões importantes sejam tomadas para diminuir – e acabar – com problemas do meio ambiente.

Site lista as 10 celebridades que mais fazem pelas florestas


O que um vampiro de seriado, um cantor sênior, uma atriz no auge e outras 7 celebridades tem em comum? A vontade de ajudar as florestas espalhadas pelo mundo!
O site ecorazzi fez uma lista citando quem eles são e o que fizeram para ajudar.
Ian Somerhalder, da série “Vampire Diaries”, foi o número um da lista por ter sua própria fundação, The Ian Somerhalder Foundation (ISF), que ensina para crianças a importância de energias renováveis, da fauna e da flora das Florestas do mundo.
Em segundo fica o – sempre citado nessas listas – Sting! O músico ao visitar a Amazônia viu que os efeitos do desmatamento prejudicam não só os animais, mas as comunidades indígenas da região. Desde então ele ajuda instituições que lutam por essa causa.
Já a terceira posição foi dada para Marion Cotillard, a atriz (famosa por filmes como A Origem e Meia Noite Em Paris) participou de um documentário do Greenpeace falando das florestas tropicais do Congo que são ameaçadas por madeireiras ilegais.
A continuação da lista tem gente de peso, como Príncipe Charles, a estilista punk Vivienne Westwood, a loira Pamela Anderson, o “cara do avatar” James Cameron, a bela e talentosa Lily Allen, o ator inglês Richard Branson e a grande matadora de aliens Sigourney Weaver.
Para ver a lista completa, clique aqui.

Que tal reciclar fraldas e absorventes?


Sabe as fraldas e absorventes descartáveis usadas por bebês e mocinhas? Eles demoram cerca de 500 anos pra se decompor e são um tremendo problema para aterros sanitários. Uma empresa canadense teve uma ideia interessante: Reciclar!
É uma ideia nova e totalmente necessária já que é muito, mas muuuuito difícil você ver uma mãe colocando fraldas de algodão no filho (apesar de ser lavável e reutilizável por mais de 100 vezes, gerando uma pegada muito menor para o meio ambiente) e existe alguma garota usando absorventes que não sejam descartáveis?
Embora a empresa seja do Canadá, a usina de reciclagem de fraldas e absorventes fica no Reino Unido e é a primeira no mundo para esses itens. São duas etapas principais:
  1. O material orgânico (o nº2 dos nenéns) é separado e é transformado em gás para gerar energia
  2. As fraldas e absorventes passam então por um rigoroso processo de limpeza, o gel que retém líquidos é retirado quimicamente e o plástico é limpo de novo. Depois ele é triturado em pequenas partes que dão origem a outros produtos, como madeira plástica, telhas e até outros materiais absorventes.
Segundo a Knowaste, empresa criadora do processo, a reciclagem evitará emissão de 22 mil toneladas de carbono por ano.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Vale tudo pelo planeta: Calendário ecológico apela para surfistas nuas

A fundação Surfrider, uma organização que se dedica a proteger os oceanos e praias do mundo, encontrou uma forma inusitada de chamar atenção para a poluiçã...As surfistas estão, na maioria das fotos, nuas e cobertas apenas com petróleo
A fundação Surfrider, uma organização que se dedica a proteger os oceanos e praias do mundo, encontrou uma forma inusitada de chamar atenção para a poluição dos mares: colocou as surfistas mais bonitas em um calendário bem sensual. As surfistas estão, na maioria das fotos, nuas e cobertas apenas com petróleo.
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E aí, também queria que junho durasse para sempre?

Tudo em nome do meio ambiente. 

Gisele Bündchen lança desafio!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Mais gado, mais desmatamento


Levantamento divulgado hoje pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revela que a pecuária é o principal responsável pelo desmatamento da floresta amazônica. Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, 62,2% dos quase 720 mil quilômetros quadrados desmatados foram ocupados por pastagens, o correspondentes a 18% de todo o bioma amazônico.

O estudo, que considerou as áreas desmatadas nos nove estados da Amazônia Legal até o ano de 2007, mostra que a maior parte está ocupada por pasto limpo, o que significa que a região recebeu investimentos. “Ela representa uma intervenção deliberada humana, com bastante cabeça de gado, com a intenção de intensificação de produção", diz Gilberto Câmara, diretor do Inpe.

Já a agricultura ocupa apenas 5% da área desmatada. A ministra Izabella Teixeira também se manifestou sobre a pesquisa e afirmou que o governo federal pretende fazer um melhor aproveitamento do potencial produtivo da região e assim garantir a preservação da floresta. "Nós não precisamos desmatar para desenvolver a Amazônia. Nós não precisamos desmatar bioma nenhum para desenvolver a agricultura", afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.

Desvendando Crimes: O CSI ambiental de Ken Goddard


O especialista em criminalística Ken Goddard conta um pouco da sua rotina de trabalho, em que utiliza técnicas da ciência forense para desvendar crimes praticados contra a natureza


A ciência forense ajudando a flagrar crimes ambientais. Essa é a rotina de Ken Goddard, do US Fish and Wildlife Service (Serviço de Proteção a Peixes e Vida Selvagem dos EUA). Bioquímico de formação, ele se especializou em criminalística e técnicas forenses (basicamente, coleta e exame de provas físicas), e trabalhou 12 anos analisando cenas de crime. Então se cansou dos dramas humanos e resolveu usar o que sabia em outra área – a ambiental. Desde 1979, trabalha como uma espécie de CSI da natureza, desvendando crimes sobre peixes e vida selvagem. Por Jeanne Callegari

Como a ciência forense pode ajudar a proteger o meio ambiente?

Respondendo a seis questões básicas: quem, o quê, quando, onde, como e por quê. Por exemplo, podemos determinar quem cometeu um crime específi co contra o meio ambiente, onde aconteceu, quando, e quais os acontecimentos específi cos do crime. Isso é feito examinando e comparando evidências físicas para ligar o suspeito, a vida e a cena do crime. Podemos identificar a vítima (por exemplo, um réptil cuja pele foi usada para fazer uma bolsa), como ela morreu (fazer uma necrópsia em um puma), ou determinar que tipo de veneno ou munição foi usada para matar uma vítima, ligando essas provas aos suspeitos.

Com quais crimes e ocorrências vocês têm de lidar com maior frequência no US Fish and Wildlife Service?


Os crimes mais comuns são violações da Lei para Espécies Ameaçadas de Extinção, o Tratado-Lei para Aves Migratórias e muitas violações envolvendo o contrabando ilícito de animais ou de suas partes e produtos pelo país.

É uma tendência usar a ciência forense para desvendar crimes ambientais?


Estamos apenas começando a expandir as técnicas de investigação de cenas de crime relacionadas à vida selvagem para outros crimes ambientais, como resíduos perigosos, destruição de habitats, destruição de recifes de coral. Se conseguirmos desenvolver a expertise e as equipes de laboratório para trabalhar nesses casos, creio que conseguiremos ser bem-sucedidos em identifi car os violadores de leis ambientais e levá-los a julgamento em tribunais nacionais e internacionais.

Programas de TV como CSI: Las Vegas ou CSI: Miami são parecidos com a vida real de um CSI?


[Rindo alto] Os programas de TV da série CSI são bom entretenimento, e ajudam a educar o público. Mas, para contar uma boa história, foi necessário fazer várias coisas erradas intencionalmente. Por exemplo, na vida real, investigadores de cena de crime raramente são cientistas forenses e quase nunca oficiais juramentados. Se estão armados, não é boa ideia, pois resíduos de pólvora podem contaminar facilmente as provas coletadas. Eles dificilmente confrontam suspeitos e vítimas – essa é a função do detetive. Os CSIs podem passar muitas horas – grande parte delas ajoelhados – em cenas sangrentas e sujas, fotografando e coletando provas, como impressões digitais. O trabalho não é nada glamouroso, e o uniforme normal é um par de aventais.

O guia preguiçoso da sustentabilidade

Atitudes simples e algumas vezes despretensiosas podem ajudar a frear a atual destruição do meio ambiente. Que tal?

Se não fizermos nada para desacelerar o atual processo de degradação ambiental, vamos comprometer - e muito - a vida dos nossos filhos. Isso é fato. Mas, afinal, será que existe algo que cada um de nós possa fazer para colocar um freio nessa história? Sim. E para isso não precisa ser um "verde de carteirinha". É isso que mostramos a seguir: como ajustes sutis no dia a dia podem ter um impacto positivo maior do que se imagina.

QUAL A PROCEDÊNCIA DO QUE VOCÊ COMPRA?

De nada adianta trocar sacolas plásticas por uma "ecobag" se ela for feita no Vietnã. "Será que o custo energético do transporte não anularia o benefício de sua utilização?", pergunta a jornalista Amélia Toledo, que pesquisa as relações entre design, inovação e sustentabilidade. Todos os materiais têm prós e contras, explica ela. "O vidro é 100% reciclável. Mas é pesado e a logística de reutilização exige alto consumo de água e energia. O plástico é retirado de matérias-primas não renováveis, mas seu processo de produção não gera resíduos." Para escolher entre produtos, ela recomenda adotar um conjunto de critérios que inclua durabilidade e adequação ao uso. "Design sustentável é aquele que usa menos matéria-prima, processos industriais e energia."

TUDO BEM DEIXAR O CARRO EM CASA ÀS VEZES?

Manter o carro em ordem para evitar emissões desnecessárias de dióxido de carbono é lei. Deixá-lo em casa nos trajetos servidos por ônibus ou metrô, ainda que apenas fora dos horários de pico, é melhor ainda. "Em termos de impacto ambiental, usar o transporte coletivo não se compara a tirar o carro da garagem, pois o ônibus e o metrô já circulam regularmente", diz o engenheiro florestal e consultor ambiental Tasso de Azevedo.

XÔ, DESCARTÁVEIS!

Coador de pano, sacola de pano. Introduzi-los em sua rotina não requer nenhuma grande mudança. Melhor, você produz menor quantidade de lixo. E isso sim é uma senhora mudança. Vale lembrar que, no trabalho, desconsidere os copos descartáveis. Vá de caneca. É muito mais charmoso e bem menos nocivo para o meio ambiente.

REDUZIR O CONSUMO DE ÁGUA E ENERGIA... SIM! É POSSÍVEL

Regrinhas fáceis para reduzir o consumo de luz e água em casa: mantenha as instalações elétricas em dia; escolha eletrodomésticos certificados; use ferro a vapor, mais econômico, e acumule roupas para passar de uma vez só; instale a geladeira longe de fontes de calor, como o fogão, que a fazem trabalhar mais; pinte as paredes de cores claras, que refletem luz; mantenha luminárias e lustres limpos, para evitar perda de luminosidade; use lâmpadas fluorescentes ou de vapor de sódio; desligue o monitor do computador quando parar de trabalhar; ensaboe toda a louça antes de ligar a torneira elétrica; faça xixi no banho.

SABE AQUELA FRUTA DA ESTAÇÃO? É A ESCOLHA MAIS SÁBIA

Transportar alimentos por longas distâncias gera mais poluição do que trazê-los de perto; manter comidas em freezer ou estufa consome mais energia do que conservar alimentos frescos por poucos dias. Logo, dar preferência aos frutos da época e alimentos produzidos no cinturão de sua cidade são maneiras simples de contribuir para a redução da poluição atmosférica. De quebra, você ajuda a garantir a sobrevivência de pequenos produtores e comerciantes, que perderam espaço nas últimas décadas para as grandes redes de varejo.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Google investe em construção de sedes sustentáveis

O Google mostrou que está mesmo investindo em sustentabilidade. No blog oficial, eles mostraram um vídeo que conta como são pensadas e construídas as sedes sustentáveis da empresa.
Anthony Ravitz, responsável pelos projetos verdes do Google, conta que o conceito da sustentabilidade começa na escolha do edifício, e que eles preferem reformar um prédio existente em vez de derrubar a estrutura e construir uma sede nova. Segundo ele, os projetos são planejados para que os prédios funcionem como sistemas vivos e naturais, com otimização do acesso à natureza, ao ar limpo e à luz natural.
“Quando se trata de tornar nosso escritório mais verde, nós aplicamos o mesmo foco que usamos em todos os nossos produtos: colocar o usuário em primeiro lugar. Nós queremos criar o ambiente de trabalho mais saudável possível, onde os Googlers possam prosperar e inovar.” – Anthony Ravitz

Para reduzir impactos ao meio ambiente, o Google investe em sistemas de aquecimento e refrigeração mais eficientes, além de projetos de captação de energia alternativa, como a instalação de painéis solares. Já os empregados participam de um programa de “competição saudável”, batizado de Exercício Sustentável do Google, cujo objetivo é fazer com que eles desenvolvam áreas de limpeza, uso eficiente de água e estratégias inovadoras de gestão de resíduos.
A água dos chuveiros e torneiras, que já possuem sistemas de eficiência de consumo, é reutilizada em um sistema de tratamento, e depois segue para as descargas dos toaletes. Já o aquecimento é feito através de um sistema de aquecimento solar.

Edifício é projetado para evitar o desperdício de energia

O prédio, chamado de Solstice on the Park, foi projetado pelo estúdio de arquitetura Gang em Chicago. Os projetistas descobriram que o ângulo de 71 graus das janelas capta a luz solar nos dias mais frios e mantém o ambiente fresco nos dias mais quentes.

A ideia era aumentar a eficiência energética do edifício a partir do projeto. Para isso, os arquitetos posicionaram cada janela de forma diagonal, permitindo um efeito cintilante. Assim que concluído, o edifício terá 26 andares e 145 apartamentos.

Cada ambiente foi construído pensando em criar áreas independentes e viradas para o sul, de forma que seja possível captar a luz solar no inverno, reduzindo os custos com ar condicionado ou aquecedor.

Segundo o estúdio Gang, durante o projeto se pensou em diminuição do gasto de água e no reaproveitamento de materiais e recursos. O edifício terá um sistema de reutilização de água da chuva (a partir de um tanque de coleta que segue para uso comum) e ainda utilizará adesivos, tapetes e tintas com compostos orgânicos.

Ainda segundo a equipe, mais de um terço da eletricidade do prédio virá de recursos renováveis, como energia eólica ou solar. No site oficial do edifício você pode conferir uma planta dos apartamentos.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Inacreditável! Amazônia perde o equivalente a 5 campos de futebol por minuto

Rio Amazonas esconde um segredo: outro rio embaixo dele

O Rio Amazonas é o segundo mais extenso do mundo, ficando atrás apenas do Nilo, embora sua vazão seja mais de 40 vezes superior à do Rio africano. A novidade é que cientistas afirmam haver um segredo lá embaixo dele: outro rio.

Nada menos do que 4Km abaixo do Rio Amazonas, cientistas encontraram o que tem sido chamado de Rio Hamza, em homenagem ao líder do grupo. Enquanto o irmão de cima tem entre 1 e 100Km de largura, o de baixo varia de 200 a 400km. Já a extensão é similar – nada mal.

A maior diferença está na velocidade: o Amazonas corre a cerca de 5 metros por segundo enquanto o Hamza, o gigante tartaruga das profundezas, se desloca um milímetro por hora.